O Brasil é o terceiro maior produtor de alumina do mundo e o 6º em produção de alumínio primário, atrás da China, Rússia, Canadá, Estados Unidos e Austrália. Além disso, o país possui a 3ª maior reserva de bauxita e é o 3º produtor do minério.
Em termos de consumo de produtos transformados, o Brasil é o 11º mercado consumidor, com mais de 1 milhão de toneladas/ano. A indústria brasileira do alumínio já participa de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial e suas importações respondem por cerca de 3% da balança comercial do país.
Conforme a Associação Brasileira do Alumínio (Abal), a demanda pelo insumo cresceu, nos últimos cinco anos, 9% ao ano no mercado interno. Além disso, a Abal informou que o segmento emprega ou dá ocupação e renda para mais de 300 mil pessoas, se considerados os empregos diretos e indiretos em todos os estágios de sua cadeia produtiva, incluindo a reciclagem.
Algumas características do alumínio como durabilidade, leveza e reciclabilidade fazem dele um material estratégico para aplicações alinhadas a valores de ecoeficiência e de responsabilidade socioambiental.
Aplicação - O metal atende os principais setores da economia, como transportes, bens de consumo, construção civil, eletricidade, embalagens e máquinas e equipamentos. De acordo com a Abal, o segmento de embalagens é o principal consumidor de chapas e folhas de alumínio e responde por cerca de 30% do consumo total do metal. Em seguida, vem o segmento de transportes, que consome principalmente laminados, fundidos e extrudados.
No mundo, o setor de transportes é o principal provedor de alumínio para reciclagem, seguido pelo segmento de embalagens. De acordo com uma pesquisa realizada pela European Aluminium Association (EAA) e Organisation of European Aluminium Refiners and Remelters (OEA) estimam que o índice global de reciclagem de alumínio nos setores de transporte e construção civil esteja entre 85% a 98%, enquanto o índice global de reciclagem de latas de alumínio é de 63%.
Outros setores também consomem grandes volumes de compostos químicos a base de alumínio, como os sulfatos de alumínio, que são empregados no tratamento da água de processos industriais ou no saneamento básico; ou os óxidos e hidróxidos de alumínio, que são utilizados para a fabricação de materiais refratários, em produtos abrasivos, na indústria farmacêutica e de cosméticos e na fabricação de velas de ignição para motores de combustão.
Em termos de consumo de produtos transformados, o Brasil é o 11º mercado consumidor, com mais de 1 milhão de toneladas/ano. A indústria brasileira do alumínio já participa de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial e suas importações respondem por cerca de 3% da balança comercial do país.
Conforme a Associação Brasileira do Alumínio (Abal), a demanda pelo insumo cresceu, nos últimos cinco anos, 9% ao ano no mercado interno. Além disso, a Abal informou que o segmento emprega ou dá ocupação e renda para mais de 300 mil pessoas, se considerados os empregos diretos e indiretos em todos os estágios de sua cadeia produtiva, incluindo a reciclagem.
Algumas características do alumínio como durabilidade, leveza e reciclabilidade fazem dele um material estratégico para aplicações alinhadas a valores de ecoeficiência e de responsabilidade socioambiental.
Aplicação - O metal atende os principais setores da economia, como transportes, bens de consumo, construção civil, eletricidade, embalagens e máquinas e equipamentos. De acordo com a Abal, o segmento de embalagens é o principal consumidor de chapas e folhas de alumínio e responde por cerca de 30% do consumo total do metal. Em seguida, vem o segmento de transportes, que consome principalmente laminados, fundidos e extrudados.
No mundo, o setor de transportes é o principal provedor de alumínio para reciclagem, seguido pelo segmento de embalagens. De acordo com uma pesquisa realizada pela European Aluminium Association (EAA) e Organisation of European Aluminium Refiners and Remelters (OEA) estimam que o índice global de reciclagem de alumínio nos setores de transporte e construção civil esteja entre 85% a 98%, enquanto o índice global de reciclagem de latas de alumínio é de 63%.
Outros setores também consomem grandes volumes de compostos químicos a base de alumínio, como os sulfatos de alumínio, que são empregados no tratamento da água de processos industriais ou no saneamento básico; ou os óxidos e hidróxidos de alumínio, que são utilizados para a fabricação de materiais refratários, em produtos abrasivos, na indústria farmacêutica e de cosméticos e na fabricação de velas de ignição para motores de combustão.
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