terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

P&D: Cerca de 600 empresas podem ter se beneficiado da Lei do Bem em 2009

O balanço da Lei do Bem tem se mostrado positivo e crescente: O governo federal estima 600 empresas no ano de 2009, o que representa um crescimento razoável desde a promulgação da Lei. no entanto, num universo de empresas brasileiras, 600 é um número ínfimo. Ele representa uma realidade: o empresário Brasileiro, conhecido por criatividade e capacidade de adaptação, não tem o processo inovador estruturado formalmente em suas empresas. Esta conclusão se faz apartir de uma simples constatação. A Lei do Bem é um mecanismo fiscal, e as empresas brasileiras se utilizam de toda e qualquer oportunidade para fugir do fisco. Se somente 600 empresas utilizaram-se da Lei do Bem é porque as empresas não têm estrutura para direcionar e formalizar seus investimentos e ações no intuito de paroveitar-se da lei.

Leia a matéria na íntegra clicando no título.
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia


Cerca de 600 empresas podem ter se beneficiado da Lei do Bem em 2009

01/02/2010 - 13:40
O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota, disse hoje (1º) que a expectativa é de que cerca de 600 empresas tenham utilizado os benefícios da Lei do Bem, em 2009. O relatório oficial deve ser divulgado até o final deste ano.
A Lei do Bem (nº 11.196/2005) prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolverem inovações tecnológicas na concepção de produtos ou no processo de fabricação e agregação de novas funcionalidades ao produto. Em 2008, 441 empresas utilizaram os benefícios, ante 332 companhias em 2007 e 130 em 2006. 
A renúncia fiscal por conta da concessão dos benefícios para as 441 empresas, em 2008, foi de R$ 1,5 bilhão, para um total de R$ 8,1 bilhões investidos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) por parte dessas companhias. “O País está mudando e percebemos que as empresas estão investindo em inovação”, disse Mota. 
O secretário destaca a grande capacidade das empresas produzirem conhecimentos por meio de pesquisas e, assim, terem maior lucro e capacidade competitiva. Do total de R$ 8,1 bilhões aplicados em P&D pelas 441 empresas, R$ 351 milhões foram direcionados à compra de bens de capital (máquinas e equipamentos) e R$ 7,7 bilhões a despesas operacionais de custeio (são as despesas correntes, como mão-de-obra, material de consumo e contratação de serviços). 
Os setores mais beneficiados são os de mecânica, transportes, petroquímica, bens de consumo, eletroeletrônica e metalurgia. A maior parte das empresas beneficiadas se encontra no Sudeste e no Sul do País. 

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