Análise das Visões das Rotas Estratégicas da Indústria Metal Mecânica:
O mês de Janeiro de 2010 contou com um volume menor de informações relevantes para a indústria metal mecânica. No total foram realizadas 66 análises, das quais uma visão das rotas Estratégicas prevaleceu sobre as demais: “Metal mecânica inovadora em processos, produtos e serviços”. Em linhas gerais, este resultado alterou a ordem do mês anterior, que havia privilegiado a visão de “pólo de competitividade”.
Legenda | Perguntas | # |
1 | Metal mecânica inovadora em processos, produtos e serviços | 45 |
2 | pólo de competitividade metal mecânico | 25 |
3 | excelência em formação e gestão de RH para o setor metal mecânico | 12 |
4 | referência em sustentabilidade na indústria metal mecânica | 19 |
2. Análise dos Fatores Críticos das Rotas Estratégicas da Indústria Metal Mecânica:
Dentre os Fatores Críticos, dois se destacam pela influência que exerceram. Em primeiro lugar, “Interação”, com o anúncio de parcerias entre empresas e instituições de ensino e agências de pesquisa e desenvolvimento. Em segundo lugar, “tecnologias-chave” com a divulgação de tecnologias em eletro-eletrônicos, use de recursos hídricos, ligas metálicas, investimentos em TI e automação.
Legenda | Variáveis | MP |
1 | competitividade | 3,00 |
2 | cultura industrial | 2,48 |
3 | descentralização da formação | 3,44 |
4 | energia e água | 3,40 |
5 | fomento | 2,33 |
6 | formação de RH | 3,29 |
7 | gestão da sustentabilidade | 3,20 |
8 | gestão estratégica | 3,28 |
9 | interação | 3,93 |
10 | P&D e formação | 3,32 |
11 | políticas públicas | 3,42 |
12 | representatividade da indústria | 2,90 |
13 | tecnologias | 2,57 |
14 | tecnologias-chave | 3,54 |
Os fatores críticos com maior ocorrência foram: “competitividade”, “políticas públicas” e “tecnologias-chave”. No fator “competitividade”, destacou-se a divulgação de indicadores econômicos sobre o emprego, renda e produtividade da indústria, todos abaixo do esperado. Em “Políticas Públicas” destacou-se a iniciativa do governo federal no que diz respeito às alíquotas de impostos federais, como a redução do Imposto de Importação para itens do setor de petróleo e gás e a redução de IPI para veículos. Também no âmbito do fisco federal, a pressão pela automação e adoção da nota fiscal eletrônica. Por fim, no fator “tecnologias-chave” vale destacar os resultados de pesquisas e produtos em robótica e eletro-eletrônica.
| Legenda | Variáveis | MP |
| 1 | competitividade | 44 |
| 2 | cultura industrial | 29 |
| 3 | descentralização da formação | 9 |
| 4 | energia e água | 15 |
| 5 | fomento | 15 |
| 6 | formação de RH | 14 |
| 7 | gestão da sustentabilidade | 10 |
| 8 | gestão estratégica | 18 |
| 9 | interação | 15 |
| 10 | P&D e formação | 25 |
| 11 | políticas públicas | 40 |
| 12 | representatividade da indústria | 30 |
| 13 | tecnologias | 7 |
| 14 | tecnologias-chave | 39 |
3. Análise dos “sinais fracos” da Indústria Metal Mecânica:
O “Tag cloud” gerado em dezembro encontra-se abaixo:
Dentre as empresas, Petrobrás e Vale permanecem as mais relevantes. As localidades mais relevantes foram “São Paulo”, “Minas Gerais” e “Rio de Janeiro”, com destaque também para a ausência de “Estados Unidos” e a forte presença de “China” e “Europa”. Sinais fracos aparentam sugerir “Japão” e “América Latina” no âmbito internacional e “Bahia” e “Santa Catarina” no âmbito nacional.
Na categoria governo, a palavra “receita” se mantém, mas uma novidade é “Ministério da Ciência e Tecnologia”, cujo sinal deve ser investigado a fundo. Dentre os indicadores, “faturamento” e “PIB” foram os únicos que obtiveram ocorrências suficientes
Dentre os produtos/setores industriais, “energia”, “equipamentos” e “automação” já faziam parte do tagcloud. No entanto, “água”, “alimentos” e “tecnologia de informação” e “transporte” são novidades que merecem destaque.
Outro sinal fraco é a palavra “pós-graduação”, cujas ocorrências estão diretamente relacionadas às palavras “mecânica”, “eletrônica” e “energia”, mas não há ocorrências suficientes para a palavra “pesquisa”.




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